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ANSIEDADE

A ansiedade é uma resposta natural do organismo ao estresse e preocupações da vida, mas quando aparece de forma duradoura e desproporcional passa a ser considerada como um transtorno de ansiedade.
A maioria das pessoas com ansiedade elevada sofrem com algum sintoma, por exemplo: falta de ar ou sensação de sufoco, dores no peito e palpitações, dificuldades para dormir, boca seca, tonturas, necessidade urgente de defecar ou urinar, irritabilidade, dificuldade de concentração, entre outros.
Com a vida atribulada dos dias atuais, as pessoas estão mais propensas a desenvolver um transtorno de ansiedade como: síndrome do pânico, transtorno obsessivo- compulsivo, transtorno de ansiedade generalizada etc. 
Os transtornos de ansiedade afetam tanto homens como mulheres.

SÍNDROME DO PÂNICO

Nesta síndrome, a pessoa sente um medo intenso, um nervosismo excessivo ou um desconforto incontrolável. Estes momentos geralmente duram minutos.
Os sintomas físicos vivenciados durante uma crise de pânico aparecem subitamente, sem nenhuma causa aparente, podendo ser: vertigem, sensação de desmaio, boca seca, sufocamento, coração acelerado, sudorese, falta de ar ou sensação de asfixia, tremor ou calafrios, dores ou desconforto no peito, formigamento ou sensação de anestesia, medo de morrer ou de enlouquecer, náusea ou desconforto abdominal. 
A pessoa pode desenvolver forte apreensão entre uma crise e outra, pois seu foco está no medo de ter outra crise.
É comum para quem tem a Síndrome do Pânico passar por cardiologistas, clínicos, hospitais e todos os exames serem normais. Então, a pessoa percebe que seus sintomas são ilógicos, mas não consegue controlar seus pensamentos, como por exemplo: não pegar um ônibus ou metrô, dirigir um veículo, andar de avião ou de elevador,  com medo de ter uma crise.

DEPRESSÃO

Em algum momento, todos nós podemos ficar “para baixo”, mas isto é considerado normal. A depressão enquanto doença é bem diferente e precisa ser tratada.
 Os sintomas da depressão são muito variados, mas tem como característica básica a duração prolongada da perda de prazer ou interesse em todas ou quase todas as atividades diárias. Isto representa uma mudança no funcionamento da rotina da pessoa que pode apresentar: dificuldade de concentração, alterações do apetite e do sono, lentificação das atividades físicas e mentais, sentimento de pesar ou fracasso, culpa excessiva, pensamentos recorrentes de tristeza ou de morte.
Também pode apresentar dificuldades em manter o seu emprego, acompanhar os estudos e/ou manter uma vida familiar e social saudáveis.
Momentos de grande estresse como uma doença grave, desemprego ou luto podem desencadear o problema em algumas pessoas.
Na sua forma mais grave, a depressão pode conduzir a pensamentos suicidas e de auto-mutilação.

TOC – TRANSTORNO OBSESSIVO- COMPULSIVO

No "TOC” a pessoa sofre de ideias e/ou comportamentos que podem parecer absurdas ou ridículas, mas mesmo assim são incontroláveis, repetitivas, persistentes e indesejadas.
As obsessões podem ser definidas como ideias, impulsos, imagens ou pensamentos que invadem a mente da pessoa, independente da sua vontade que resultam em medos irracionais. Causam incômodo, desconforto ou sofrimento. As obsessões mais comuns são de contaminação e violência.
As obsessões geram perda de tempo e interferem significativamente na rotina da pessoa, justamente porque estes pensamentos  acabam sendo aliviados temporariamente por determinados comportamentos, que são chamados compulsivos.
O comportamento compulsivo tem como finalidade neutralizar ou prevenir o desconforto e ansiedade causados por algum medo excessivo.
Exemplos de compulsão: rituais de limpeza, de verificação, de contagem,  de lavar as mãos ou tomar banho repetidamente, conferir se esqueceu uma torneira aberta ou a porta de casa sem trancar, entre tantos outros.
Para que esses comportamentos sejam considerados compulsivos devem ocorrer com uma frequência bem acima do necessário.

COMPULSÃO ALIMENTAR

A compulsão alimentar implica na ingestão de grande quantidade de comida num período curto de tempo, com a sensação de falta de controle sobre o que e o quanto se come.

É um comportamento irracional que se choca com as mais honestas propostas de emagrecimento da pessoa. É como se conscientemente ela desejasse emagrecer e inconscientemente não.

As pessoas com sobrepeso ou obesas, principalmente mulheres, iniciam tratamentos médicos e dietas rigorosas, mas muitas não têm sucesso, abandonam o objetivo e encontram na comida um alívio para a ansiedade e para a baixa autoestima.

O excesso de alimento gera um alívio inicial dessas emoções, que depois voltam reforçadas pela culpa e pelo arrependimento.

Os maiores vilões da compulsão alimentar são: a ansiedade, a depressão, o estresse, a timidez e as dificuldades afetivas e sexuais. 

Convênios

- Caixa Saúde​

- Cassi

- Mediservice

- Plan-Assiste

Associação e sindicatos atendidos com desconto

- Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo

- Sindicado dos Profissionais de Educação de Ensino Municipal de São Paulo

- Sindicato das Secretárias de São Paulo

Entre outros

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